Quem somos nós? Por que construímos nossas próprias prisões?

“Não faz isso”, “Isso é feio!”
Nos primeiros estágios da infância aprendemos adjetivos, rótulos, começamos a entender o que é ruim e o que é bom, o que é alto e o que é baixo, o que é bonito e o que é feio.
Acumulamos uma tonelada de conceitos e aí começamos a analisar o mundo, comparar as coisas e também as pessoas, e logo depois, entendemos que também somos analisados e comparados: temos um(a) amiguinho(a) que é mais forte, outro(a) que é mais rápido(a), e outro(a) que é mais bonito(a).
Assistimos na TV nossos ídolos e personagens prediletos, queremos ser daquele jeito: fortes, rápidos, corajosos, bonitos… Importantes.
E aí, um grande problema começa…

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